terça-feira, 10 de julho de 2012

Representante das Carreiras Administrativas da PCMG leva, mais uma vez, à Casa Legislativa as demandas da classe


Como estratégia de intensificar a luta pela valorização dos servidores das carreiras administrativas da PCMG, representantes da classe se fizeram presentes na abertura do Fórum Legislativo de Segurança Pública, uma iniciativa da ALMG que contou com a presença e participação de representantes de todas as assembleias do país.

A deputada Liza Prado cedeu entrevista para o programa Segurança e Cidadania e falou acerca da situação dos servidores administrativos da PCMG e como o fórum pode contribuir para atendimento a esta demanda.

No início do evento, o servidor Raul Pinto Aires entregou nas mãos do presidente da Casa Legislativa, Dinis Pinheiro, um contracheque, imagem mais que ilustrativa da situação de sucateamento e desvalorização do servidor que é um dos pilares da instituição Polícia Civil.

terça-feira, 19 de junho de 2012

SINDPOL/MG discorda da intenção da Seplag em retirar servidores administrativos do texto da LOPC



Nesta quinta-feira (14), o Presidente do SINDPOL/MG, que também representa os servidores das carreiras administrativas da Polícia Civil, questionou formalmente o Ofício  OF.GAB.SUGESP. nº  075/12, originado da Subsecretaria de Gestão de Pessoas da SEPLAG quanto a intenção e tentativa de não inclusão destes servidores na LOPC, servidores responsáveis pelas atividades meio, essenciais aos fins da Polícia Civil.
Fonte: Portal SINDPOL/MG

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Comissão dos Servidores Administrativos vai recorrer da decisão da Seplag em não inserir a categoria no PL 23/2012, projeto de Lei Orgânica



Após reunião, em separado, da Comissão de Servidores das Carreiras Administrativas da Polícia Civil com a Subsecretária de Gestão de Pessoas, Drª Fernanda Siqueira Neves, a Seplag manifestou formalmente sua intenção de tratar em separado as questões inerentes à valorização destes servidores, em legislação diversa da lei Orgânica da Polícia Civil de Minas Gerais. Não obstante o reconhecimento do avanço do tratamento remuneratório isonômico (mesma data base e índice de reajuste).
A direção do SINDPOL/MG entende que a separação dos servidores administrativos em legislação diversa da Lei Orgânica da PCMG, expõe a risco todo o processo de valorização resgatado nos últimos anos e que, pretendemos projetar maiores avanços para o futuro, por entendermos que a atividade meio desenvolvida pelos analistas, técnico-assistentes e auxiliares são fundamentais para os fins de modernização, valorização e eficiência da Polícia Civil.
A direção do SINDPOL/MG, juntamente com a Comissão de Servidores das Carreiras Administrativas oficiará a Secretaria e Governo no sentido de que esta pretensão de retirada dos Administrativos do texto da Lei Orgânica não seja efetivada.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Especial Web - Segurança Pública.

16/05/2012 - O Palavra Cruzada discute a segurança pública em Minas Gerais. O assunto é debatido com o secretário de Defesa Social, Rômulo Ferraz.




quinta-feira, 26 de abril de 2012

Departamento Jurídico do SINDPOL/MG ganha mais uma ação de desvio de função para Servidor Administrativo

Em mais uma bem sucedida ação judicial de desvio de função de servidor administrativo, o departamento jurídico do SINDPOL/MG garantiu a correção da remuneração do servidor Humberto Pereira de Oliveira que, após cinco anos de litígio, obteve no STJ o direito ao recebimento da diferença salarial dos últimos 60 meses (aproximadamente R$ 250,00 por mês), além da correção do salário enquanto perdurar o desvio, ou seja, receberá o salário do cargo de Investigador I.
Mais uma vez convocamos os servidores que se encontram em situação similar, procure o departamento jurídico e tome ciência dos seus direitos.

Fonte: www.sindpolmg.org.br

Comissão de Direitos Humanos da ALMG realiza audiência pública para discutir autonomia e independência do serviço de perícia criminal em Minas

Na manhã desta quarta-feira (25), a Direção do SINDPOL/MG participou de mais uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da ALMG para discutir autonomia e independência do serviço de perícia criminal em Minas. Autoridades e representantes das categorias policiais e da classe de peritos e médicos legista se alternaram em explanações com vistas a demonstrarem e justificarem a saída dos órgãos periciais da estrutura da Polícia Civil.
Noutra senda, a direção do SINDPOL/MG, bem como a representação da Chefia da Polícia Civil e da Secretaria de Defesa Social, demonstraram, a seu tempo, as razões pelas quais este importante órgão deve permanecer na estrutura orgânica da Polícia Civil.
Nos debates, ficou lúcido e límpido o entendimento de que a investigação criminal não se encerra apenas no inquérito policial, ela transcende a persecução criminal sem limites no tempo e no espaço. Investigação é ciência e não pode ser sectarizada ou seguimentada, pois se trata de um ato integral e os órgãos nela envolvidos, devem ser integrados e agirem de forma harmônica, logo, não obstante os desafios de financiamento, estruturação, efetivo/quadro de pessoal, pelos quais a instituição Polícia Civil vem atravessando no Estado e em todo  o Brasil, é primordial que todos os operadores da instituição se unam e convirjam em um só discurso e pratica pelo fortalecimento, modernização e valorização da Polícia Judiciária.
Coerência
Na sua fala, o Presidente do SINDPOL/MG cobrou coerência dos dirigentes de Entidades de representação dos Peritos, pois em uma consulta na base do SINDPOL/MG e de toda a Polícia Civil, a maioria dos peritos e Médicos-Legistas não querem sair da estrutura da Polícia Judiciária; querem sim: mais atenção, recursos, investimentos e condições dignas de trabalho, com autonomia e inviolabilidade de suas atribuições, postura também defendida pelo SINDPOL/MG. Ainda nesta senda, em Minas Gerais esta autonomia já está efetivada quando da assunção de um membro da classe para dirigir a SPTC com assento no Conselho Superior de Polícia, logo, o que existe precisa ser aprimorado e mais difundido no meio da classe. A visão separatista, na maioria das vezes, é defendida somente pela classe diretiva das entidades, não sendo portanto o senso comum.
Discurso inadequado sobre a tortura e o monopólio da ciência pelos Peritos
Em posse da palavra o Presidente Denílson Martins ponderou que é equivocado e inadequado o discurso e colocação de alguns peritos e médicos-legistas, de serem estes os únicos donatários e detentores da ciência. O presidente ressaltou que, não obstante a cultura, metodologia e conhecimento acumulado de todos os policiais civis, desde 29 de junho de 2010, é pré-requisito de ingresso à Polícia Civil o diploma de 3º grau em qualquer ramo da ciência nos cursos de licenciatura plena, reconhecidos pelo MEC, logo a atividade policial civil na sua totalidade é técnico-jurídica-científica, por força de lei e ainda sim, antes desta legislação, mais de 80% de nossos operadores já eram detentores de formação acadêmica. Ainda neste diapasão, em Brasília, na profícua discussão e tramitação da nova Lei Geral das Polícias Judiciárias Estaduais está definido que todas as carreiras das polícias (Investigador, Delegado, Escrivão e Perito) são de nível superior e de caráter técnico-jurídico-científico, sendo o exercício das atribuições destas classes: autônomo e inviolável. Prerrogativas estas que o Ministério da Justiça e Secretaria nacional de Segurança Pública, juntamente com as entidades representativas da categoria em âmbito nacional, entendem serem bastante para que as Polícias Judiciárias disponibilizem os valores de uma prestação de serviço de investigação criminal e segurança pública de forma eficiente, republicana e universal.
Outro equívoco é o discurso de que a separação e independência da perícia ajudariam a enfrentar, combater eliminar a prática da tortura na investigação criminal e na atividade policial. Discurso vago, injusto, incoerente e desleal, pois discrimina e rotula todos os operadores da Polícia Civil, menos peritos e médicos-legistas, como se estes fossem serem iluminados e imaculados, além de levar, de forma implícita, a impressão de que nos Estados onde a perícia se tornou independente, não existisse mais a prática da tortura (ledo engano). O Presidente Denílson Martins explanou que é a capacitação continua e a disseminação do conhecimento, em todas as carreiras da instituição, é que têm o poder de libertar o operador de segurança destas práticas rudimentares, indignas e obsoletas. Reforçou ainda que, quanto mais conhecimento e valorização são garantidos ao servidor policial, mais humanizado, técnico e profissional ele se torna. Denílson acrescentou que, de acordo com dados da Ouvidoria de Polícia e Comissão de Direitos Humanos, é flagrantemente sensível a redução das ocorrências de tortura na Polícia Civil nos últimos cinco anos, chegando a números insignificantes, se comparados a outras instituições. Esclareceu aos presentes e também visitantes de outros Estados que, em Minas Gerais, temos instrumentos efetivos e consolidados de defesa do interesse do trabalhador, como por exemplo a lei que pune o assédio moral no âmbito da Administração Pública, logo, não tem conhecimento de servidor que foi pressionado para alteração de laudos ou práticas abusivas sem que antes tenha acionado seu assediador ou opressor com base na referida lei; portanto é muito vago o discurso da ingerência e pressão de superior hierárquico no exercício da função de perito. Ademais, vivemos em plena democracia e respiramos liberdade de atuação sindical, para que essas entidades acionem os mecanismos necessário para aperfeiçoamento das práticas funcionais e enfrentamento aos abusos e arbitrariedades.
Finalmente, o presidente conclamou a todos: Peritos, Delegados, Investigadores, Escrivães, Legistas e Administrativos, a somarem esforços para aprovação de um dispositivo legal e um arcabouço jurídico competente nesta nova Lei Orgânica que tramita na ALMG, que provenha meios e condições de pleno funcionamento de uma nova Polícia Civil, moderna, competente e valorizada, pois a divisão, fragmentarismo e personalismo não leva instituição alguma a nenhuma lugar, tampouco lha habilita na prestação de serviço à sociedade, real destinatária do nosso trabalho e missão.